Quem somos?

A Irmandade da Francesinha é uma Organização cultural sem fins lucrativos que ambiciona encontrar a melhor francesinha do mundo, contribuindo para o aumento geral da qualidade do prato.

Com base em reuniões periódicas, esta Organização fará avaliações criteriosas e isentas de diversas Francesinhas, desde as mais conceituadas às mais incógnitas e escondidas. Haverá oportunidade para todos.

A Irmandade é formada pelos seguintes membros residentes:

MSC
É o líder natural e o principal mentor da Irmandade. Cáustico e controverso, associa a rapidez de resposta ao pragmatismo cruel de quem já tem idade para dizer o que bem lhe apetece. É uma espécie de Coronel John "Hannibal" Smith da Irmandade, só que sem charuto e os disfarces realísticos de velhinha, e com bastante mais talento para os clichés capazes de gelar qualquer conversa. Genuíno tripeiro e fundista de gabarito na sua freguesia, por lá diz-se que se não fosse o gosto pela boémia e não se tivesse perdido irremediavelmente no mundo da francesinha quando era mais novo, e teria reduzido a pó alguns recordes do Fernando Mamede.

JFG
Sem dúvida o elemento da Irmandade cujas iniciais mais se assemelham com as de um presidente famoso dos States, o que é desde logo uma grande vantagem. Peça chave do grupo, é provavelmente o mais consensual de todos pela forma com que alia a espontaneidade com a ironia… o que lhe confere na Irmandade um estatuto algo próximo do René na Résistance Française. Portuense de raiz mesclado com bons velhos hábitos de estudante boémio conimbricense… o que alavancado com uma francesinha bem regada ao jantar, normalmente dá resultados engraçados nos momentos que se seguem.

FFAR
É o consultor sénior executivo da Irmandade. Uma espécie de empresário dos restantes cinco futebolistas, que normalmente dá um ar credível às congregações. Outrora infiltrado nas linhas do inimigo marroquino, nunca se rendeu ao patético e deprimente bitoque e consta-se que por lá terá mesmo oferecido acções da Galp Energia por uma francesinha decente. Talvez por isso, para ele não existe a francesinha demasiado grande nem demasiado forte. Hoje de regresso ao Norte, este exigente crítico é um acérrimo defensor da expansão do raio de acção da Irmandade para fora do Grande Porto, em busca das verdadeiras raízes do pitéu de culto.

FFER
Natural da Sé do Porto, reza a lenda que este elemento ainda não conhecia bem os cantos da sua incubadora na Ordem do Terço e já tinha agasalhado uma francesinha com batata e ovo, acompanhada com o equivalente a duas canecas de Superbock por infusão intravenosa… o que é claramente exagerado, já que não havia batatas. Não é o crítico mais exigente da Irmandade, até porque o seu enfoque deriva invariavelmente para as loiras que por ali passam (um indefectível adepto da SB). Sempre pontualmente atrasado, é normalmente o último a chegar aos pontos de encontro e o último a abandonar o barco nas noites de festa que se seguem… culpa de uma digestão lenta, claro está.

JNV
Também conhecido por "o menino de barbinha que está ao canto", é o informático do grupo. Todos os grupos precisam de um informático. Pelo menos é isso que tenta fazer acreditar aos outros membros da Irmandade, para não ser expulso e ter que ir passar as noites de tertúlia a programar jogos de paciência em Pascal. De qualquer forma, é o principal responsável pela Irmandade ser muito mais do que um conjunto de bárbaros esfomeados… é um conjunto de bárbaros esfomeados com um site institucional de fazer corar algumas multinacionais e a maior parte das nossas empresas estatais. Sempre tranquilo, este tripeiro de gema, é um adepto confesso do pão, que está sempre ou demasiado mole ou torrado demais.
FVB
É o benjamim e a última adição da Irmandade. Começou como convidado inusitado na primeira congregação, mas cedo vincou o seu espaço e ganhou o estatuto de imprescindível. Sempre bem-disposto e com um sentido de humor excepcional, peca apenas por ter um timing de intervenções ainda pior que o do Anderson Polga, o que torna qualquer diálogo à mesa uma permanente película do Woody Allen. Eterno queixoso da presença de salsicha fresca, passa metade do jantares a dissociar ingredientes perante o olhar incrédulo dos restantes. Está para a Irmandade como o bardo Assurancetourix está para a Aldeia do Asterix, i.e. um óptimo companheiro desde que amordaçado e atado a uma árvore.

JOD
Descendente da linhagem de Arveprins Knud da Família Real Dinamarquesa que actualmente vive exilada em São Mamede e Infesta, este nobre viking de olhos azuis aceitou de bom grado o convite para se juntar à cruzada da Irmandade, mal se apercebeu que podia potenciar o seu part-time de traficante de vouchers. Humorista de fazer corar as Produções Fictícias, é o mais provável vencedor do Prémio-Matei-Um-Irmão-Com-Uma-Congestão num jantar qualquer. Esgrime a ironia e o nonsense com a robustez de electricista com um busca-pólos, e a subtileza de um talhante com um cutelo, este elemento é, per si, o garante de boa disposição mesmo nos repastos com ambiente (e estômago) mais pesado.

MFP
Podia ser a sigla de um movimento de cidadania qualquer, mas não é. Este entrepreneur é o special advisor da Irmandade para as questões mais complicadas, tais como, "Onde é que um gajo apanha a A29 de regresso?". Autor do best-seller "A distribuição normal das francesinhas do Grande Porto e a sua relação com as quebras no PSI20 às 4ªfeira de manhã", este self made man da Beira Litoral que outrora, na sua boémia juventude, esteve embebido no lado sombrio da cidade do Porto, assume-se hoje como uma espécie de mestre Yoda dos Jedis da Irmandade com o propósito de nos afastar do Dark Side dos molhos e recheios.
Top Francesinhas
Bufete Fase 92.25%
Regaleira 90.81%
Mauritânia Real 90.35%
Gambamar 84.44%
Convívio 82.58%
Qualidade / Preço
Cufra Bilhares 93.11%
Hamburgo 92.75%
O Golfinho 87.65%
Bufete Fase 84.63%
Café S. Nicolau 82.60%
Mais populares
Mauritânia Real 19,371
Bufete Fase 14,857
Regaleira 11,432
Tappas Caffé 9,984
Hamburgo 8,324
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